As peças de uma vida

O xadrez assemelha-se muito à vida.

O rei, é nosso objetivo, o que temos q capturar. E nosso ideal, o qual temos que defender.

O peão é nosso primeiro passo. É o que fazemos para descobrir novos campos, novos mundos, novas pessoas. Sempre anda para frente e captura quem está na diagonal.

Temos as torres, elas se referem à nossa razão. Sempre rígidas, protegendo nosso ideal. Mas também como ótima aliada para avançar e capturar o objetivo.

Os bispos representam nossa fé. É a peça em que atravessa o tabuleiro inteiro, qual protege e ataca como a torre.

Enquanto a torre ameaça o bispo, o bispo não ameaça a torre. Enquanto o bispo ameaça a torre, a torre não ameaça o bispo. Por isso, trabalhando juntos, é uma arma fatal para conquistar o objetivo.

O cavalo é a base, representa suas amizades. É a peça que em movimentos curtos protege várias coisas. A peça que, se sabiamente usada, captura de qualquer forma outra peça. É a única peça que pula as outras só para te dar o apoio necessário.

A rainha é o seu trunfo. Move-se de qualquer lado o quanto quiser. É a peça que pode fazer diferença. Mas não se pode levar pela beleza da mesma, sendo que, sozinha, é apenas mais uma peça no tabuleiro que pode ser capturada como qualquer outra.

Em condições desfavoráveis, o jogador de xadrez sempre busca uma saída. Daí então mostra-se o verdadeiro significado de um peão que, no começo aparenta insignificância, mas no fim… chegando à ultima casa do tabuleiro, transforma-se então, em uma rainha. A esperança em pequenas descobertas, seguindo sempre o seu caminho, desviando, se necessário, torna-se então a peça que pode lhe levar à vitória.

O contexto do xadrez também é muito importante. Primeiro: você só tem um objetivo e só ganhará o jogo, se conquistá-lo. Segundo: Nunca pense na jogada atual, e sim, sempre à frente, pensando na próxima jogada, nas consequencias e no que você poderá fazer para se sair melhor. E terceiro não menos importante: Quando se perde um jogo de xadrez foi por algum erro. E um bom jogador sempre admite este erro. E o conserta. Levando assim uma aprendizagem do jogo. Não se pode fazer mais aquilo, naquela situação, pois perderei. E quando o jogo recomeça ele está pronto para colocar em prática o que aprendeu no último, desta vez usando à seu favor. Que no fim é o mais importante do jogo, tirar um aprendizado, para que na próxima vez, consiga seus objetivos.

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~ por marcelosofo em 27/11/2011.

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