Beleza

Já dizia Vinícius de Morais: “As muito feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.” De fato, beleza é essencial, mas até que ponto? Até quando ser elegante e bonito será sinônimo de competência? No mundo moderno deixamos de ser o que realmente somos para seguirmos um padrão imposto.

Podemos dizer que quem não segue os padrões de beleza sofre um pré-conceito. Por exemplo, as pessoas tatuadas, o antigo conceito do começo da Era Moderna em que tatuagem era vista como marginalidade reflete até hoje causando uma certa dificuldade dessas pessoas conseguirem um emprego, só por não seguirem os padrões de beleza, mesmo sabendo que a tatuagem, hoje em dia, é uma expressão de arte no corpo.

E porque não dizer que as mulheres consideradas lindas não podem interferir na produtividade de um emprego? Ora, a própria pode ser competente, mas e seus colegas de trabalho homens que não hesitam de olhar para tal beleza, assim se distraindo e até cometendo erros no trabalho. Tal situação é subjetiva, porém precisa-se destaca-la pois podemos observa-la no cotidiano facilmente.

Precisamos quebrar esses padrões e pré-conceitos mostrando que beleza não é competencia, ou cao contrário, teremos que tatuar cifrões no meio da testa para que os empregadores contratem alhuém fora dos padrões e que esteja mostrando o que eles realmente querem, sem ao menos dizer uma palavra.

 

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~ por marcelosofo em 07/05/2012.

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