Vou falar de amor…

Semanas atrás em uma palestra uma pergunta veio à tona que me deixou pensativo tempos e mais tempos. A pergunta era: “Quem acredita em amor aqui?” Na hora respondi por responder, posteriormente fiquei pensando e realmente descobri que não sei responder.

Os que responderam que não acreditavam justificaram dizendo que as pessoas se unem por algum interesse. Seja sexual, econômico ou até mesmo querer formar família e diversos outro exemplos. Nada mais que interesse. Os que responderam que acreditavam falaram que não é algo material e sim espiritual e não tem como explicar. Eu apenas respondi citando Vinicius de Moraes “Que seja eterno enquanto dure” mas depois fiquei pensando em tal pergunta.

Ora claro, o que é amor? Estamos falando de amar outra pessoa. Não um amor que filho possui por mãe ou mãe possui por filho. Aliás se definimos isso como amor, então o que seria amar outra pessoa se dizem que amor de mãe não há igual? Não há como confiar ou amar alguém mais que mãe? Se amor é pela mãe e você não sente isso por mais ninguém, o que é amor pelo outro? Não é para você responder, caro leitor, são apenas perguntas retóricas que me fazem pensar sobre o tal amor.

Acreditar ou não no amor é como acreditar ou não na sorte. Você sabe que para fazer tais desafios só precisa de sua competência, porém nunca deixa de contar com a sorte. Mas você nem sabe o que realmente é sorte. Entretanto quando alguém deseja um “Boa Sorte” ou você se apega à símbolos que “trazem” sorte você fica mais confiante. Sendo assim sorte um sinônimo de confiança. E o amor é sinônimo de que? Dizem que amar é ser fiel. Se o amor resume-se na fidelidade eu concluo que há ser humanos que amem outros que não. Fidelidade vai de pessoa por pessoa. Porém todos podem um dia aprender. Concluindo então que amor não é algo a mais é apenas uma fidelidade mais íntima.

Analiso, julgo, penso, tento entender. Acho que não é a primeira vez que falo do tal amor. Contudo fiquei tão encucado com a tal pergunta que tive que escrever sobre. E para mim, afinal, acredito no amor? Ora, caro leitor, você pode acreditar no que quiser. Eu também. E eu digo que não posso acreditar em algo que nunca tive/presenciei. Mas não duvidarei que possa existir. Estou aqui, esperando que alguém me prove que minha “teoria” esteja errada. Talvez um dia voltemos a falar disso…

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~ por marcelosofo em 22/11/2012.

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